Melhores no turno ficaram pra trás

terça-feira, 29 de março de 2011 Comments

image       O futebol é mesmo um esporte curioso, que o diga os dois melhores times da fase de classificação do primeiro turno do Campeonato Amazonense: Fast e Operário. Donos de belas campanhas os dois terminaram as nove rodadas como sensação do certame, mas bateram com a cara na porta quando na hora que o banquete da festa será servido.

“Não temos do que reclamar do regulamento. Ele foi feito antes do Campeonato começar. O que eu ainda me deixa insatisfeito foi a forma como perdemos aquele jogo para o Nacional. Tivemos o domínio do jogo, criamos oportunidades e sofremos um gol numa falha coletiva da defesa. Mas isso é passado, agora é trabalhar focado no segundo turno”, disse o técnico fastiano, Sérgio Duarte.

O Fast foi à equipe mais regular. Das oito vezes em que entrou em campo, o Rolo Compressor venceu seis (seguidas), perdeu duas (a primeira, por 2 a 1, contra o Operário, quando o técnico ainda não era Sérgio Duarte, mas Aderbal Lana, e a última, por 3 a 1, contra o Penarol, as duas fora de casa). Fez 18 pontos, marcou 21 gols e sofreu 11. Mas de nada valeram os seis pontos a mais que fez em relação ao Nacional, que precisou de apenas um gol no Pai e Filho para comprimir o Rolo. O Operário foi à única equipe que não perdeu nos primeiros oito jogos. Foram três vitórias e cinco empates. E, ao contrário do Fast, que jogou em campo neutro, tinha a vantagem de jogar no seu município. Mas, em Manacapuru, choveu muito e o Sapo se afogou no brejo.

Olhando para a formação das semifinais e para os finalistas do primeiro turno não é nenhum exagero dizer que “os piores” são os primeiros. E, eles não estão nem aí pra isso. O problema é dos “melhores”.

Fonte: A Crítica

 

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