Após a derrota sofrida para a Nilton Lins, o técnico do Manaus Compensão, Luís Carlos Winck, segue trabalhando forte, objetivando conquistar o acesso a elite do futebol amazonense já no próximo sábado diante do ASA, no estádio da Colina.
Primeiro, o técnico Luís Carlos Winck testou o esquema 3-5-2, com a entrada de Greg para formar o trio com Thiago Brandão e Rogério.
Já no segundo tempo do coletivo, o esquema foi o 4-4-2. O atacante Djalma jogou no lugar do volante Américo, suspenso, e Branco substituiu Buiú no ataque, como ocorre nos jogos da Segunda Divisão do Campeonato Amazonense.
Para Winck, equipe tem que reencontrar o espírito de luta
O técnico do Manaus Compensão, Luís Carlos Winck, não quer saber de favoritismo para a partida do próximo sábado diante do ASA, no estádio da Colina.
Depois da derrota na última rodada, o treinador quer evitar comentários sobre favoritismo na equipe. "Precisamos reencontrar o espírito de jogo e eles (Nilton Lins) contaram com isso do começo ao fim no jogo", afirmou.
Nesta terça-feira, o time treinou apenas um período, à tarde, com ênfase nas finalizações pelo chão e cabeceios. "Utilizamos apenas um campo para dar dinamicidade", explicou. Winck não terá a disposição o volante Américo, suspenso. Já Alberto, ainda entregue ao departamento médico, pode estar de volta nessa partida. "Até pensei em improvisar, voltar ao 3-5-2, mas decido isso até sexta-feira", revelou Winck.
ASA está sem medo do Manaus Compensão
Na quarta posição da Série B do Campeonato Amazonense com apenas um ponto em três jogos, o ASA se prepara para o último desafio na primeira fase diante do Manaus Compensão, sábado (10), no estádio Vivaldo Lima, às 15h45. A cabeça voltada para a segunda fase já é regra dentro do time comandado por Edu Lima, mas os planos devem entrar em vigor já neste duelo. "Precisamos recuperar moral, pois o pensamento de subir para a elite ainda é forte", afirmou Edu.
Segundo ele, o adversário no confronto do fim de semana já é bem conhecido. Contudo, nenhum método utilizado até agora para conte-ló deu certo. "Não vai ser alto tão difícil, quanto superar o calor. Tivemos partidas em que começamos rendendo bem até os 15 do primeiro tempo, mas cansamos", explicou.
Para Edu, a temperatura influencia no rendimento e, obviamente no resultado. "Vamos ter que trabalhar dobrado, assim como nos outros jogos, mas é algo ao qual precisamos nos acostumar", ressaltou.
Fonte: Diário do Amazonas e Em Tempo






















