A confusão generalizada que ocorreu no final do empate entre Fast e América, na última quarta-feira (13), não se limitou às cadeiras arremessadas, pancadaria e prejuízos ao estádio do SESI. Na mesma noite do episódio, o massagista do América Graciliano Vilaça e dirigentes do clube registraram um Boletim de Ocorrência (B.O.) no 18º Distrito Policial, localizado no Novo Israel. Personagem do estopim da confusão, Vilaça prestou queixa contra o volante Viola, do Fast. Segundo o massagista, o jogador proferiu diversos xingamentos a ele e aos atletas do “Diabo” durante a partida. “Ele mandou o Messi ir na Prefeitura pedir vale transporte para poder andar de ônibus e me chamou de vagabundo e ladrão”, contou Graciliano, que nega ter começado a confusão. “Fui tomar satisfações com o Viola no final do jogo e ele foi logo me dando um chute. Pra completar, o médico do Fast também me agrediu”, completou. Graciliano ficou com diversos hematomas no rosto por conta da briga “Fiquei sem condições de trabalhar hoje (ontem). Registrei o B.O. e fiz um exame de corpo de delito. Jamais trabalhei com o Viola, não o conheço. Não sei porque ele disse e fez tudo isso”, finalizou. RESPOSTA A reportagem tentou contato com Viola, por telefone, durante todo a quinta-feira (14), mas não localizou o jogador. Para o diretor de futebol do Fast, Edson Rosas, a versão dada pelo América é inexistente. “As imagens da TV e a súmula do árbitro mostram que o Viola é quem foi agredido. Todos que estavam no estádio viram. O América registrou um B.O., mas esta é uma questão que tem que ser resolvida na esfera esportiva”, declarou Rosas. EM NÚMEROS Duas cadeiras. Foram quebradas na confusão, além da proteção em acrílico da entrada dos vestiários. Segundo Ivan Guimarães, da FAF, os clubes vão ter que pagar o prejuízo. Fonte: A Crítica






















