Os nove clubes na atual disputa da Série A do Amazonense aguardam, ansiosos, o governo do Estado repassar o dinheiro que prometeu para a reestruturação do futebol local antes de iniciar o certame. No dia 19 de janeiro, 11 dias antes do início do Estadual de 2011, o governador, Omar Aziz, anunciou injeção financeira no valor R$ 1,2 milhão, durante reunião com a Federação Amazonense de Futebol (FAF) e representantes dos times na primeira divisão. Na divisão dos recursos, R$ 1 milhão seria rateado entre entre os nove clubes do Estadual, com parte da verba direcionada à FAF. O restante, R$ 200 mil, seria dividido entre Fast Clube e Penarol, representantes locais na Copa do Brasil. Sessenta e sete dias se passaram, o Penarol conquistou o primeiro turno, Fast e Penarol sequer passaram da primeira rodada na Copa do Brasil, o returno do Amazonense já está em andamento, mas os dirigentes ainda não viram o azul do dinheiro. “Estamos comprometidos com esse dinheiro que o governo estadual anunciou. Acreditamos na sensibilidade do governador. É uma ajuda fundamental para os times”, afirma o presidente do Penarol, Ila Rabelo. Para a Copa do Brasil, o time de Itacoatiara (a 170 quilômetros de Manaus) teve apoio de empresas instaladas na cidade e torcedores. “Gastamos em torno de R$ 95 mil na competição”, contabiliza o dirigente. Equipe, em tese, de melhor estrutura do Estadual, o Nacional, que trouxe técnico e quase todo o elenco do Rio Grande do Sul para o primeiro turno, também aguarda o repasse da verba governamental. “A gente faz o que pode no Estadual. Temos o pé no chão. Estamos esperando a ajuda que o governo prometeu, que é extremamente importante”, diz o vice-presidente do Leão da Vila, Gilson Motta, que ocupa cargo de confiança na Secretaria de Estado da Juventude Esporte e Lazer (SEJEL). No Estadual, o Nacional gastou em torno de R$ 80 mil, conforme Motta, entre folha de pagamento e custas com a estrutura do futebol profissional. Irregulares O governo do Estado diz que o repasse ainda não foi feito porque a maioria dos clubes está em situação fiscal irregular, impedido de receber qualquer investimento público. Em números 67 dias se passaram da data na qual o governador Omar Aziz prometeu ajuda aos clubes locais para a reestruturação do futebol profissional este ano. Secretário da Sejel Júlio César Soares 1 O que falta para o Estado fazer o repasse que prometeu aos clubes? Falta os clubes regularizarem suas situações fiscais. Há uma realidade objetiva que não podemos negar. Tenha certeza de que o governador (Omar Aziz) irá cumprir o compromisso que assumiu, mas não o fará de outra forma que não for como dita a ordem jurídica e os preceitos da boa administração pública. 2 O que fazer, nesse caso, em prol do futebol? Estamos buscando um mecanismo viável e legal para que esse repasse seja feito. O governador vai chamar o Pedro Falabella, que é o diretor da Afeam (Agência de Fomento do Estado do Amazonas) para buscar uma forma de se fazer esse repasse. 3 Qual a contrapartida dos clubes caso dê certo o repasse via Afeam? Todos as formas publicidade institucional para o governo, seja na camisa e no short dos clubes, nas placas e painéis dos Estádios e locais de treino, na propaganda de mídia promocional do campeonato, entre outras. Fonte: A Crítica























3 comentários:
SENHOR EDITOR
PARA A CULTURA,1.BILHÃO E QUATROCENTOS MILHÕES E PARA O FUTEBOL,$ 1.MILHÃO E DUZENTOS E NADA.
LEMBRA-TE DIRIGENTES O ATUAL PREFEITO AMAZONINO ARMANDO MENDES,UE É BOTAFOGUENSE E NÃO VAI AOS ESTADIOS PROMETEU EM 1996,VERBA PARA OS CLUBES PERGUNTE A SR.AMADEU TEIXEIRA,E AOS PRESIDENTES DA ÉPOCA COMO CELSO DO RIO NEGRO,RENÊ GOMES SUL AMÉRICA E OS OUTROS SE ELE DEU ALGUMA COISA O AMERICA QUE TINHA TRAZIDO JOGADORES DE FORA TEVE QUE PAGAR AS PASSAGENS DE VOLTA COM A APOSENTADORIA DO SR.AMADEU.É BRINCADEIRA?
Espero que o governo cumpra o prometido. Mas, é claro que esta história de ficar esperando "dinheiro público" toda vez, fica muito feio para clubes de "direito privado". Precisamos de dirigentes empreendedores e vencedores. Saudações Amazonenses!
Se naquele tempo em que o São Raimundo era o Club Top Manauara. O único que detinha todas as certidões negativas.
Prestou conta com notas fiscais de toneladas de buchadas, mocotós e xambarís. Fico imaginando como será a prestação desta verba.
Já que a maioria dos clubes estão irregulares com o fisco. Ao ponto de obrigar o governo a arrumar um "mecanismo viavel e legal", (entenda um jeitinho brasileiro), para liberar a grana.
É a farra dos incompetentes financiada com o dinheiro público. Entra em campo o CARIDADE FUTEBOL CLUBE, para abastecer OS PIRES dos INAPTOS.
O pior é que no ano quem tudo se repete. EITAH NÓIS!
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